Sempre gostei da vida. Já levei umas porradas violentas que me ensinaram algumas coisas. Não preciso ser a mulher-maravilha. Posso ser frágil, carente, não preciso me levar tão
a sério. A maturidade é bonita desde que você não vire um carro com o farol voltado para trás, sempre pensando como era bom ter 35 anos ou como era mais feliz com 20. Aos 65 anos, não sou a Lya dos 30 deteriorada. Sou a Lya mudada. Aos 80, vou ser a Lya dos 60 transformada."
LYA LUFT
In:Entrevista, 2003
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