sexta-feira, 25 de junho de 2010

Senhora Lispector!




Mas bem sei o que quero aqui: quero o inconcluso. Quero a profunda desordem que no entanto dá a pressentir uma ordem subjacente. 

Um dia eu disse infantilmente: eu posso tudo. Era a antevisão de poder um dia me largar e cair num abandono de qualquer lei. Elástica.

Nenhum comentário:

Postar um comentário