Viveu e sobreviveu pela arte que atravessava os canais vitais e mais íntimos do seu ser. Sofreu como todo ser humano está destinado a sofrer, mas soube através do movimento mínimo de suas mãos imbuir as palavras assomadas com a dor e com a alegria que tanto a maceravam.
(...)Se o melhor de nossos sentimentos nada significa para a pessoa mais envolvida neles, que realidade nos é deixada?
"...sempre sentira que era muito, muito perigoso viver, por um só dia que fosse."
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